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21/11/2013

A GRANDE MÃE




        A Ametista é o arquétipo da mãe, do útero, aquela que gera. O nome vem do grego “amethystós” que significa “não embriagado”, era usada nas festas oferecidas a Dionísio por manter sóbrio seu portador.
        Sua camada interna de cor violeta e púrpura se alternam com camada incolor. Depois do cristal branco, a ametista é a pedra principal nas tradições antigas e mágicas. É considerada sagrada por emitir raios violeta, esta vibração tem a capacidade de potencializar nossa consciência superior, produzindo a espiritualização da mente e estado alterados de consciência, muito usada nas meditações.
        Ela apura a compreensão, a sensibilidade, e propicia “insights” no contato com outras dimensões.  Os alquimistas as consideravam o fundo da nossa alma, de riqueza espiritual, pureza, elevação e poderes místicos.  Ela representa o estágio mais elevado do inconsciente humano, é sobre seus efeitos vibratórios que o inconsciente começa a liberar a sabedoria à consciência comum.
        Na tradição oriental é a pedra do sexto chacra ou terceiro olho. Esse é o chacra da alma sede do espírito encarnado. Ao abrir essa visão enxerga a realidade do universo.
A ametista também é considerada, simbolicamente, uma pedra lunar, ela desperta o feminino como intuição, sonhos inspiradores, dons de premonição, sexto sentido, visões astrais, e transes místicos. Ela abre o poder das emoções elevadas para a sensibilidade espiritual.