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03/09/2013

SCLERANTHUS


“Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta para-lhes fim? Morrer, dormir, não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir… é uma consumação.
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir… Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livre do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios”.  

Shakespeare, Hamlet.

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        Uma pessoa no estado negativo de scleranthus é como uma balança em constante movimento, oscilando de um extremo ao outro, do céu ao inferno.
        A falta de equilíbrio interior neste estado evidencia-se em transtornos físicos extremos: prisão de ventre e diarreia, febre e hipotermia, ânsia e inapetência. Por este motivo, o Scleranthus pode ser eficaz durante a gravidez.   Devido à sua natureza oscilante, o indivíduo pode sofrer extremas oscilações de ânimo e passar com facilidade do pranto ao riso; de uma alegria excessiva que leva a pessoa ao céu e afundar-se depois numa mortal tristeza.
        A falta de harmonia e equilíbrio interior pode derivar em frequentes crises nervosas e numa falta de concentração que faz com que ele, na conversação salte de um tema para outro. Gestos nervosos, movimentos supérfluos, perturbados e vacilantes. Excêntrico, seu humor é instável, suas opiniões e estado de espírito variam a cada momento devido à agitação interior. Ri e chora, sendo oscilante pode sofrer de arritmias ou outras alterações no ritmo cardíaco.
Mostra sua insegurança por desequilíbrio, como labirintites ou até osteoporose, ou ainda desvios do eixo corporal como escoliose e cifose.
        Scleranthus transforma a agitação interior em concentração e determinação, em equilíbrio e prumo.